Espaço dos projetos IJUÍ – MEMÓRIA VIRTUAL e  IJUHY de ANTIGAMENTE, dedicado à divulgação e à socialização de fotografias e documentos históricos, fatos, acontecimentos, curiosidades e informações que preservam, valorizam e tornam acessível a história da cidade de Ijuí, RS, Brasil, promovendo o acesso público à memória coletiva, o compartilhamento do conhecimento histórico e o fortalecimento da identidade local para as atuais e futuras gerações.

Conteúdo temático do site

Praça da República

vista de ijuí em 2021 Área central aci

A “Colméia do Trabalho”

Em 2007 sua população foi de 76.739 Habitantes, sendo assim o 3º municipio mais populoso da região Noroeste Rio-Grandense que abrange 216 Municipios. O municipio de Ijuí ocupa a 25º colocação de 496 municipios que abrangem o Estado do Rio Grande do Sul. Devido ser uma cidade universitária e com um amplos recursos hospitalares Ijuí tem um fluxo de aproximadamente 100.000 pessoas, sendo o maior e mais importante centro populacional da região. Hoje, é conhecida por Terra das Culturas Diversificadas, Cidade Universitária, Colméia do Trabalho, Terra das Fontes de Água Mineral e Portal das Missões. Localizada no Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, em um entroncamento rodoviário que é passagem obrigatória para o Mercosul e a 395 km da capital, Ijuí é uma cidade que possui expressão em nível estadual. Todas as suas potencialidades são expressas através de uma firme economia baseada no seu forte setor agropecuário, em seu comércio, indústrias e serviços; de seu ensino qualificado, conferido por escolas da cidade e pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ) e de sua saúde, amparada por hospitais muito bem equipados, que dispensam auxílio integral a toda região. Também em Ijuí está localizada a matriz da Cotrijuí – Cooperativa Agrícola & Industrial, uma das maiores cooperativas do RS, que abrange mais de 38 municípios do estado e que em 2008 está completando 51 anos. Em Ijuí tambem está localizada a Indústria de Máquinas Agrícolas Fuchs S/A conhecida como IMASA que possui mais de 80 anos. Atua na fabricação de máquinas e implementos agricolas. A temperatura média no inverno oscila entre -3 e 18 °C e no verão, entre 18 e 38 °C. A cidade pode ser acessada através da BR-285 – Ijuí/Uruguaiana ou Ijuí/Passo Fundo, RS-155 – Ijuí/Três Passos, RS-342 – Ijuí/Cruz Alta ou Ijuí/Três de Maio, RS-514 – Ajuricaba/Catuipe e RS-522 – Ijuí/Santiago. Ijuí é conhecido por reunir variados grupos étnicos, sendo daí conhecido como “Terra das Culturas Diversificadas”. Pode-se citar os seguintes: afro-brasileiros, índios, portugueses, franceses, italianos, alemães, poloneses, austríacos, letos, holandeses, suecos, espanhóis, japoneses, russos, árabes, libaneses, lituanos, ucranianos dentre outros. Na Expo-Ijuí, feira de amplo destaque na região e no estado, é possível conhecer o comércio, indústria, agropecuária, vestuário, artesanato da região e do estado. Juntamente na Expo-Ijuí é realizada a Fenadi – Festa Nacional das Culturas Diversificadas onde pode-se visitar e provar pratos típicos destas etnias, assim como apreciar danças e apresentações das mesmas, o que possibilita conhecer um pouco dos costumes das terras natais dos antepassados que ali chegaram. O principal clube esportivo de Ijuí é o Esporte Clube São Luiz, que está no Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho de 2008.

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Francisco Berenhauser Binde

Pioneiro Francisco Berenhäuser: comerciante e primeiro responsável pela limpeza e ajardinamento da Praça da República

O imigrante alemão Francisco Berenhäuser foi o primeiro presidente do Conselho Municipal de Ijuhy. Sua ampla experiência empresarial e política, aliada à profunda amizade com o ex-chefe da Colônia e então deputado Dr. Augusto Pestana, bem como com o intendente eleito Coronel Antônio Soares de Barros (o Coronel Dico), foi decisiva para sua escolha ao cargo. Berenhäuser era natural de Ehrenbreitstein, localidade situada às margens do rio Reno, na Alemanha, onde nasceu em 7 de agosto de 1842. Aos 20 anos, emigrou para o Brasil, residindo inicialmente em Santa Catarina. Viveu ainda em Montevidéu e na cidade de Carmelo, ao noroeste de Colônia do Sacramento, ambas no Uruguai. Mais tarde retornou ao Brasil, estabelecendo-se primeiro em São Gabriel e, posteriormente, em Cruz Alta, onde exerceu sua profissão de alfaiate. Paralelamente, abriu uma casa comercial e, ao longo dos anos, ampliou suas atividades para uma cervejaria, uma olaria e uma transportadora que utilizava carretas para o transporte de mercadorias entre Cruz Alta e Santa Maria. Seu espírito empreendedor levou-o a enxergar oportunidades na recém-fundada Colônia de Ijuhy, onde instalou uma filial de sua casa comercial. Dois anos depois, decidiu transferir a matriz da empresa para a nova localidade. Uma notícia publicada pelo jornal Die Serra-Post, em 7 de setembro de 1917, relatando seu falecimento, destacou que Francisco Berenhäuser renunciou ao cargo de presidente do Conselho Municipal ao final do primeiro mandato, em razão da idade avançada. Afirmou também que sua obra mais marcante para a comunidade ijuiense foi a implantação da praça central — hoje Praça da República. Segundo a publicação, “nossa praça não encontra similar em toda a Serra e mesmo nas localidades mais antigas dificilmente se encontra semelhante parque”. Acrescenta ainda: “Vigiava a Praça com tocante dedicação e, já ao romper da aurora, sempre era visto lá. Nada irritava tanto o idoso cidadão quanto constatar que mãos insensíveis e brutais haviam causado algum dano às mudas plantadas”. Francisco Berenhäuser faleceu às 8h30min do dia 4 de setembro de 1917, pouco depois de perder sua esposa, Ida Berenhäuser, falecida em 23 de julho do mesmo ano, vítima de insuficiência cardíaca.

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Inauguracao Do Busto De Augusto Pestana Copia

Busto e monumento em homenagem ao Dr. Augusto Pestana

A foto da década de 40, foi tirada provavelmente no dia da inauguração do busto em homenagem ao engenheiro Augusto pestana, ou seja no dia 19 de outubro de 1940. A direita, o primeiro ao lado do busto é Crisanto Leite, que foi coletor estadual. A esquerda de terno claro e óculos, João Hoffmann, que era conhecido como João “da Ponte”, por fabricar pontes. Ao fundo o Salão Paroquial São Luiz, ainda em construção pela Igreja da Natividade.  Fonte da foto e texto: Jornal da Manhã, edição do dia 19/10/1991. É o mais antigo monumento construído na Praça da República, numa justa homenagem ao principal impulsionador do desenvolvimento da Colônia de Ijuí, e também seu primeiro Intendente. Sua inauguração aconteceu no dia 19 de outubro de 1940, dentro das comemorações do cinqüentenário da colonização de Ijuí. Além do busto foi colocado também um escudo da República do Brasil e ainda uma placa com os seguintes dizeres: “Ao benemérito engenheiro Augusto Pestana. O povo de Ijuí”. Segundo o historiador e jornalista Ademar Campos Bindé, a “…atuação de Augusto Pestana como administrador da então Colônia de Ijuí começou no dia 1º de janeiro de 1899 e se estendeu por quase 14 anos. O coroamento de sua obra foi a emancipação da Vila de Ijuí e a sua elevação a município autônomo, no dia 31 de janeiro de 1912, quando assumiu como primeiro Intendente (provisório) de Ijuí até 11 de junho daquele ano, passando então o cargo ao seu sucessor, Antônio Soares de Barros, o Coronel Dico…”

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02 Caboclos Em 1939 CJ 1024x703

Derrubada do mato onde se construiria a Praça da República

No princípio o engenheiro José Manuel da Siqueira Couto, chefe da Comissão de Terras e Colonização, que fazia a medição dos lotes da Colônia de Ijuhy, foi quem decidiu e demarcou uma área de terra, bem no meio da Colônia, a qual seria destinada à implantação de uma Praça. Mas quem mandou fazer a derrubada do mato, que dominava o local escolhido para a praça da República, foi Horácio da Silva Lima, seu sucessor. Isso teria ocorrido entre os anos de 1892 e 1899. Os troncos abatidos ficaram durante anos desafiando a ousadia dos colonos. Dizem que havia coqueiros de mais de 30 metros estendidos no chão. (nossas, 139)

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